Marketing político em mídias sociais

Vários candidatos usaram a ideia do marketing político nas mídias sociais em seus projetos este ano, mas a questão é: os candidatos e a equipe de campanha estão prontos para enfrentar os desafios das mídias sociais?

Se considerarmos o que vimos na última eleição, podemos dizer que ainda não. Parece que os candidatos sabem que o marketing eleitoral nas redes sociais será apenas uma questão de brincar com os formatos digitais, e os formatos digitais foram criados para o marketing político tradicional, o que certamente não é a solução.

Na verdade, lançar uma campanha política nas redes sociais é o segundo passo decidido anteriormente, que é ter uma imagem digital séria e bem estruturada. O uso de mídias sociais em campanhas eleitorais complementa outras ações da existência digital, como a criação de um site ou blog onde os candidatos podem expressar seus dados pessoais detalhados, ideias, propostas e planos de governo.

Em nossos cursos de marketing político nas mídias sociais, sempre mencionamos a importância de integrar as ações dessas mídias às demais ações do esporte que buscam a sinergia entre as diversas ações.

A base do marketing político nas mídias sociais

O marketing político nas redes sociais parte do pressuposto de uma relação mais estreita entre os candidatos e os seus eleitores, porque é essencialmente marketing de relacionamento.

Essa é a ideia das redes sociais, criar um canal rápido, conveniente e barato para que os candidatos possam conversar com os eleitores e eles e os candidatos.

Esta é a última parte que diferencia a campanha de marketing eleitoral nas redes sociais. Os candidatos voltam aos eleitores e usam esses feedbacks como base para melhorar as recomendações da campanha.

Somente quando o candidato e sua equipe estão plenamente cientes da necessidade de esclarecer dúvidas neste canal é que é possível fazer sentido usar as mídias sociais nas campanhas das redes sociais, ou seja, a interação entre as duas partes é fundamental. Os eleitores digitais exigem respostas às suas perguntas, e o silêncio do candidato é um sinal direto de desrespeito a este eleitor.

As interações com os eleitores por meio dos canais de mídia social são uma fonte inesgotável de sugestões e novas ideias, que retornam às atividades de marketing eleitoral. É por meio deles que os candidatos e suas equipes podem entender mais claramente os sentimentos e desejos do povo, e quais propostas são simpatia ou desaprovação para o eleitor.

O marketing político nas redes sociais é o termômetro das campanhas eleitorais e pode lhe proporcionar o melhor retorno.

O marketing político nas redes sociais começa com duas posições básicas relacionadas ao público nas redes sociais:

  • Interação eleitoral – troca de informações e opiniões sobre questões cotidianas entre candidatos e eleitores. Participação de eleitores em diversos canais digitais, colaboração e construção em tempo real de propostas governamentais.
  • Participação do público – reflete a participação por meio da participação dos participantes das redes sociais como repostadores das mensagens do evento. O estabelecimento e consolidação de forças armadas digitais podem multiplicar o público afetado pela transmissão de informações e defender os elementos propostos pelo governo.

Sem esses elementos, as atividades de marketing político nas redes sociais não têm sentido, porque, em primeiro lugar, não serão explicativas e, em segundo lugar, não trarão qualquer valor acrescentado à proposta inicial.

A importância das mídias sociais no marketing político eleitoral

Não se engane, ter informações pessoais nas redes sociais não garante a eleição de ninguém. É a campanha de marketing digital planejada que realmente seleciona os candidatos e está estritamente sincronizada com outras atividades de campanha (incluindo campanhas de marketing regulares).

O marketing político digital requer a participação ativa dos candidatos e de suas equipes. O fato de serem criados perfis pessoais nas redes sociais não significa participar nessas mídias, pois a participação real nas redes sociais se dá por meio do processo de interação com os eleitores.

Em suma, se você considerar a implementação de campanhas de marketing eleitoral nas redes sociais, presuma que irá interagir com o público-alvo, caso contrário, isso não pode ser chamado de campanha de marketing político nas redes sociais e os resultados não chegarão perto de suas intenções. Assine nossa newsletter para se manter atualizado.